22/09/2016

The Lost Canvas – A Saga de Hades, volume 07 - Resumo

VOLUME 7 – CAPÍTULOS 52 AO 60

Ah como é triste. Três Cavaleiros de Ouro morreram: Albafica, Asmita, Aldebaran. Alone fora embora para seus domínios acompanhado da bela e petulante Pandora. Pégaso estava, por enquanto, próximo à Sasha, no Santuário. A Guerra Santa estava instalada, não completamente, mas já estava. O clima de tensão dominava a todos. Mas aquele lastro de esperança também perseguia àqueles que acreditavam na vitória de Athena.

A depressão é traiçoeira e já começava a dar o ar de sua graça junto à Tenma. Ao ver Aldebaran morto, concluindo que ele morreu para salvá-lo, e em parte realmente foi, pois, estava muito debilitado após a luta contra Kagaho, o desespero toma conta dele. Sem contar Sísifo, que estava paralisado depois de ser atingido por Alone, então Hades.

Hahahahaha! A coisa começa a melhorar!

Não é puxando “sardinha” não, mas já puxando, uma figura que merece destaque e as honras possíveis, encontra o jovem Tenma que resolve sair do Santuário (isso mesmo, cair fora, se mandar). Ei, mas pera aí...: “...Você é o tal do Pégaso, não é? Não devia estar vagando por aqui em uma situação de emergência.” (Manigold – página 17, capítulo 52, volume 07)

“Você é...”. (Tenma – página 17, capítulo 52, volume 07)

“Eu?! Eu sou Manigold de Câncer.” (Manigold – página 18, capítulo 52, volume 07)

Conseguimos fazer ideia de como é ter Manigold como babá?

Tenma ganhara um novo “Mestre”. Um provisório e muito inusitado.

Manigold vem ao encontro de Tenma para trancá-lo numa espécie de prisão.

Por que será que todos apostam tanto as fichas no fato de Tenma e Alone terem sido amigos? Isso implica necessariamente numa chance de não só contornar a situação, isto é, a Guerra Santa, mas também de ser a pedra angular da vitória? O que isso significa? Vamos lá, em uma palavra vamos traduzir esse contexto: sentimentos. Acreditam que esse laço (os sentimentos nele envolvidos e/ou contidos) seja capaz de ser decisivo para reverter toda a situação. Você tem utilidade porque foi amigo do receptáculo do rapaz escolhido para receber a alma de Hades, e blá, blá, blá. Tenma ouviu isso bastante até agora. E é melhor ele se acostumar porque ele vai continuar ouvindo até o final da história.

Tenma trancado. E Alone já já também irá ficar trancado. Temendo que Alone, então Hades, fosse atrás do Pégaso novamente, os deuses gêmeos, delegam a Pandora que o tranquem também o “amado senhor Hades” dela.

Pronto, os dois presos.

Alone iria atrás de Pégaso novamente? E Tenma, iria atrás de Alone? Todos temiam isso. Tenma teria que ficar preso para ser preservado pois ele era o único que havia sido amigo de Alone, então Hades, e este, por conseguinte, devia ficar preso por ainda ter sentimentos pelo Pégaso. Então que fiquem presos esses sentimentos!

Mas como os sentimentos são poderosos.

“Já vi que andar com você só me dá azar...” (Yato - página 49, capítulo 54, volume 07)

Yato surge do “piso” da prisão, literalmente, para vim buscar o Pégaso. É hilário o tratamento entre ele e o Tenma. Yuzuriha e Yato foram salvar Tenma novamente. Sob ordens do Mestre de Jamiel, Hakurei.

Mas só foi soltar Tenma que ele já disse que queria ir ao castelo de Hades.

No entanto, era exatamente isso que Hakurei explicara a seu irmão Sage, pouco depois da fuga de Tenma: não adianta aprisionar e confinar o Pégaso, pois ele era o único capaz de alcançar o coração de Alone, então Hades. Então Hades mesmo!

Tenma, Yato e Yuzuriha partem dali do Santuário. E querem ir ao encontro de Hades em seu castelo! E como se soubesse onde estava Tenma e o que ia fazer, justamente quando o Pégaso dizia que queria ter visto Athena (Sasha, na verdade) mais uma vez após aquele ataque de Hades no Santuário, então aparece ela alguns metros atrás dele e levanta a pulseira de flores que estava no braço dela. O que significa? Muitas interpretações: lute por ele (Alone), lute por nós, vá em frente, estamos juntos, estamos ligados, nossa promessa ainda é válida (esse “nossa” envolve Tenma, Alone e Sasha), enfim. A responsabilidade pesa mas se transforma em combustível para seguir em frente.

Trancado numa prisão especial, Alone permanece ali. Mas como se fosse com seu consentimento. Algo nele direcionava aquela situação permissiva. O dolo eventual de Pandora lhe roubava a paz consigo mesma, principalmente ao ver os deuses gêmeos agir como queriam.

Perversos, eles erguem uma barreira em volta do castelo. Usam o terror como arma de ataque. Sabiam que Pégaso iria atrás de Alone. Este, consentiu em ficar preso. Por quê? Será que ele era totalmente “Hades” ou estava quase totalmente “Hades”? Bem, Alone não era completamente “Hades”. Ele estava “Hades” mas não completamente.

O encontro dos velhos gêmeos, do exército de Athena desta vez, após o aparo das arestas por conta do precioso Pégaso, trocam gentilezas ao seu modo, após tempos sem contato um com o outro. Porém, eles detectam o movimento de Hypnos e Thanatos contra Sísifo, que estava na Casa de Sagitário paralisado e preso. Na verdade, eles selaram em algum lugar a alma de Sísifo, depois que ele foi atingido por Hades.

O “Lost Canvas” já estava em andamento. Mas Tenma, Yato e Yuzuriha, também.

Lembram que Tenma estava preso e foi solto com a ajuda de Yato e Yuzuriha? Acrescente-se que foi por ordens de Hakurei (sim, contrariando as ordens de Sage, o Grande Mestre. Mas após a “troca de gentilezas”, ficou tudo acertado). Eles, portanto, estavam indo para o castelo de Hades que ficava na região limítrofe da cidade natal do Alone e do Tenma, inclusive. Mas agora, estava dominada por uma floresta. Coisa dos gêmeos das trevas desta vez.

Capture o Pégaso! Proteja o Pégaso! E assim Manigold reclama que não tem dó dele o ilustre Mestre Sage! E lá vai ele, atrás de proteger Tenma.

Essa floresta tá cheia de morte. Mas pra quem vai e volta no Yomotsu, a colina que separa o mundo dos vivos do mundo dos mortos, tá de boa. Logo, Manigold segue para proteger não só o Pégaso mas também ao Yato e a Yuzuriha.

Os três estão com problemas, em apuros numa floresta que exala morte, de diversas formas. Esses três vão estar juntos por muito tempo ainda. Companheiros e de uma amizade inusitada, avançarão seguindo o desejo do coração de Tenma. Até mesmo quando Tenma desiste, eles aprenderam com o próprio Tenma a não desistir e não deixam ele desistir. É incrível o poder da amizade. A amizade pode vim de qualquer lugar.

É incrível sob quais condições o estado emocional humano permanece lúcido. Brincar com a morte é uma coisa, mas usar os mortos para atacar emocionalmente alguém é algo que suga toda a sanidade e lucidez de uma pessoa. O espírito de luta embebido pela perseverança e esperança, modificam o status do impossível para o possível.

Na luta de alcançar o castelo de Hades, mas protelados pela floresta da morte, uma armadilha execrável e putrefata, o esgotamento emocional distorce o discernimento de Tenma, Yato e Yuzuriha. Coisas terríveis acontecem a eles lá dentro. A explosão emocional é constante durante toda a leitura de “The Lost Canvas”. Tudo é bem intenso.

Veronica de Nasu, a Estrela Celeste da Contemplação, é um espectro abominável e se manifesta como quem será o vencedor do embate. Mas brincar com mortos na frente do Manigold, que foi criado em meio aos mortos?! Teve azar, Veronica!

“Ah! Manigold, seu maldito!!!” (Tenma – página 188, capítulo 60, volume 7)

“Para você é senhor Manigold, cavaleirinho de bronze sem respeito! Quer ser aprisionado de novo é?!” (Manigold – página 188, capítulo 60, volume 7).

O encerramento deste capítulo é Manigold encerrando a farra de Veronica! Ou melhor, começando a encerrar!

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