25/08/2016

The Lost Canvas – A Saga de Hades, volume 06 - Resumo

 VOLUME 6 – CAPÍTULOS 43 AO 51

O imperador do Inferno invadiu pessoalmente o Santuário. Como assim?!
Vamos lá.

Hades, aquele que chega, “chegando”, com seu poder descomunal, basta um movimento seu para que nenhum Cavaleiro faça um movimento sequer.

Aparece bem em frente à Sasha – Athena – quebrando a barreira que ela havia imposto para proteger seus Cavaleiros e todos que ali estavam no Santuário.

No entanto, Hades põe uma pressão esmagadora em todos dentro do Santuário. Sísifo de Sagitário, todavia, consegue se desprender e se organizar para atirar uma flecha certeira rumo a Hades.

Quando Alone – então Hades – olha para Sísifo, fita-lhe os olhos e as conexões memoriais lhe reportam e diz: “Lembro-me de seu rosto...você é o homem que levou Athena do vilarejo há cinco anos.” (Alone – Hades, página 23, capítulo 43, volume 6).

Sísifo atira a flecha contra Hades. Mas Hades a repele com apenas um movimento com a mão e a flecha retorna, e só para quando é fixada no peito de Sísifo.

Após o choque em todos pelo fatídico momento de um dos “soldados” feridos, gritos e estarrecimento espalharam-se como fogo em pólvora, inesperadamente uma luz de aspecto ímpar reluz entre Hades, que flutuava, e Athena, que estava no topo da escadaria ante à estátua de Athena, e Hades impactado diz: “Este brilho...tem alguém se transportando para cá?!” (página 29, capítulo 43, volume 6)

Seria difícil supor que é o Pégaso?

Bem, era ele mesmo. Mas com o rosário de Asmita. Sim, aquele rosário que Asmita pegou os frutos da árvore Mokurenji, trazidas lá do mundo dos mortos, para que fossem transformadas em contas de rosário para então selar a imortalidade dos espectros de Hades e fazendo vim à tona a mortalidade para o exército do deus do submundo.

Isso, mas não esqueçamos que Asmita elevou seu cosmo ao máximo para proporcionar esse “milagre”, consumindo assim sua vida. Lá em Jamiel, Asmita foi lá. Olha, e não fazia muito tempo que Alone tinha visto Tenma. Este, assim que liberto dos espectros lá no mundo dos mortos com a ajuda de Yato e Yuzuriha, quando estavam a caminho da Mokurenji, Alone apareceu diante de Tenma.

Quanta saudade! Sabe aquela tristeza triste? Ela move esses “Hades”, esses “Pégasos”. Athena? Ela fica rendida sendo suporte entre ambos.

Olha só o que ele fala! Hahahaha!

“Estava ficando cansado de te esperar, Tenma.” (Alone – Hades, página 32, capítulo 43, volume 6)

“Foi mal, Alone. Mas estou aqui para cumprir minha promessa.” (Tenma, página 32, capítulo 43, volume 6).

É pesado, muito pesado em termos sentimentais, o ínterim da história de três pessoas ligadas, e parece que duas delas mais que a outra. Contextualizar uma carga emocional apenas pelos recursos léxicos sem uma imagem, é tão difícil quanto sentir algo que apenas podemos ver.

Agora, vamos discutir a “relação”: “Eu só aguentei lutar até agora por causa da promessa que fizemos de que um dia nós três voltaríamos a nos reunir! Mas não era isto que eu esperava ver! Alone! É isso mesmo que você quer?” (Tenma – página 40, capítulo 44, volume 6).

Tá bom. Sasha estava no Santuário, sustentando sozinha a barreira para proteger a todos, Alone – Hades, surge de cima quebrando a barreira, (vamos pular o “Sísifo”) aparece o Tenma, entre Hades e Athena, segurando o rosário com as cento e oito contas. Mas Tenma não manja de pressão psicológica. Suas palavras não serviram pra muita coisa. Difícil recuperar alguém que permitiu as trevas adentrar os domínios que envolvem o corpo e a alma de uma pessoa. Alone.

Sim, então Hades, Alone com uma naturalidade encaixa argumentos às indagações de Tenma: “Mesmo agora, aquela promessa é muito importante pra mim, Tenma. Mas não somos mais os mesmos daquela época. Muita coisa mudou. Perguntou se eu teria coragem de matar minha irmã? Mas que pergunta mais tola, meu amigo... (...) Na verdade, eu nunca fui a favor de ficar ressuscitando meus espectros. Se esse rosário vai impedi-los de voltar à vida, que assim seja. A morte é o descanso que todos merecem ter. Não importa se são Cavaleiros, espectros, Sasha, Tenma ou qualquer outro ser vivo...a todas as criaturas deste mundo eu desejo abençoar com o repouso eterno...Esse sim é o meu dever.”. (páginas 42 a 45, capítulo 44, volume 6)

Sim, Athena estrategiou renascer ao lado de “Hades”. Mas houve também uma manipulação do destino por detrás dos passos da deusa. No entanto, mais adiante veremos esse desfecho e os personagens que compõem a ala estrategista.

Tenma estarrecido, enfurecido, imprudentemente, voa em direção a Alone. Este se arma para atingir Pégaso e quase de maneira mortal se não fosse o Grande Mestre surgir com inúmeros selos de Athena, montando um espaço físico chamado de Jaula de Selos. Imagina Alone – Hades, frustrado ao ver que não conseguira matar seu precioso Pégaso.

Elevaram parte do topo do Santuário para mais alto na tentativa de selar a alma de Hades, já que ele estava ainda “enfraquecido”. Mas de repente, a líder do exército, que chega a ser patética a sua prepotência, anuncia sua chegada ao Imperador Hades, e sua voz chega antes através da distorção do espaço-tempo. Mas na verdade ela veio foi salvá-lo. Ele ia pra “caixinha” se não fosse isso.

Pandora, afronta a Sasha de diversas formas.

Mas simplesmente, Alone se posiciona e vira-se para a mesma carruagem que trouxe Pandora através do espaço-tempo, dizendo que estava se retirando dali. Chama Pandora para irem embora. Ela não gostou da ideia, queria lutar.

Porém, ele Alone – Hades, finalmente confessa que “a ocasião perdeu a graça”. Pois é! E ele expõe algo para todos, o seu presente. Sim: “a tela perdida”. Os céus, o mundo seria coberto com uma pintura. Esse era o seu presente.

Mas vem cá, Hades queria trazer o “repouso eterno” (apelido da “morte” para Alone) para todos com uma imagem, ou melhor, uma pintura dos três juntos quando eram mais jovens: Sasha, Tenma e Alone?! Então ele sentiu a morte e queria que todos sentissem a morte também tal qual ele? Numericamente, as indagações não são tão finitas quanto presumimos sobre a “tela perdida”.

Hades, Pandora e companhia foram embora para seu castelo.

A Guerra Santa já estava instalada. Hades “versus” Athena.

Em ambas as partes haviam seus respectivos preparativos. Mas muitos odeiam o Pégaso. Matem o Pégaso! Outros já anseiam pelo Pégaso. Protejam o Pégaso! Esse Pégaso é “doce”!

Então como querem matar Tenma, assassinos sob ordens do submundo são enviados ao Santuário para efetuar os mandados.

Aldebaran de Touro, protege até a morte a Tenma. E este dourado tinha razão: Kagaho era violento, mas não era maligno. Kagaho de Benu, a Estrela Celeste da Violência aparece no meio de um confronto e favorece a Pégaso, demonstrando que esse ato era uma espécie de consideração para com o Touro.

Infelizmente, morre o terceiro Cavaleiro de Ouro, Aldebaran. E Sísifo de Sagitário encontra-se em estado “paralisado” após ser atingido pela flecha dourada rebatida por Hades. As lágrimas encerram esse volume. As lágrimas dos três jovens adotados por Aldebaran de Touro que choram a morte de seu Mestre.

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